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Trip Report: Aerolíneas Argentinas Business Class – Introdução

Por volta de Maio de 2013 decidi que iria passar as festas de final de ano fazendo a dobradinha favorita dos brasileiros: compras nos Estados Unidos + praias do caribe.

Na verdade o objetivo principal da viagem era conhecer as ilhas Turks & Caicos. Vi fotos da praia de Grace Bay e simplesmente tinha que conhecer aquele paraíso. Miami veio junto por ser a opção mais óbvia e fácil para chegar lá partindo do Brasil.

Você provavelmente nunca ouviu falar desse lugar, certo? Melhor mostrar no mapa:

E aqui Grace Bay em todo seu esplendor:

Entenderam por que eu tinha que ir pra lá? E igual a essa praia aí tem outras tantas, separadas por alguns quilômetros apenas, uma mais bonita que a outra.

O arquipélago fica a apenas 598 milhas de Miami e a American Airlines tem voos diretos partindo de lá, ou seja, uma excelente oportunidade para utilizar milhas da British Airways, já que a tabela da BA é baseada em distância.

Assim foram necessários apenas 9.000 Avios para emitir as passagens de ida e volta na classe econômica. Se fosse usar milhas da própria American iria precisar de 17.500 milhas para cada trecho na mesma classe.

Mas faltava o trecho entre o Brasil e Miami. Inicialmente reservei com a Tam. Não estava muito contente, mas como eles cancelaram meu voo entre Floripa e São Paulo sabia que poderia cancelar sem custo se algo melhor aparecesse.

Alguns amigos aderiram a ideia de passar o Réveillon em South Beach. Perguntei então como eles iriam para Miami. Confesso que fiquei surpreso com a resposta: Aerolíneas Argentinas, via Buenos Aires, na classe executiva.

Apesar da má fama da companhia, resolvi dar um voto de confiança. Afinal poderia testar a ligação entre Floripa e Buenos Aires nos Embraer 190 e depois entre a capital portenha e Miami nos Airbus A340.

Pesquisando sobre estes produtos na internet não se acha quase nada. Há muito pouca informação, mesmo no site da Aerolíneas Argentinas. Foi o que faltava pra me convencer de que eu deveria efetuar a troca!

Resolvida a parte aérea, hora de ver a hospedagem. Turks é certamente um dos lugares mais caros do mundo neste quesito (bem, em quase tudo!). Na altíssima temporada então (entre Natal e Ano Novo) um hotel básico 3 estrelas estava com diárias a partir de US$ 400.

Comecei a ver que com menos do que isso era possível alugar uma casa através de sites como Flip Key, Home Away e VRBO. No último achei um apartamento com piscina e vista para a baía de Grace Bay que reunia tudo que eu precisava. Fechei na hora.

Em Miami a coisa foi mais fácil. Necessitava de uma noite na chegada, pois o voo para o Caribe só saia no dia seguinte, então optei por um hotel perto do aeroporto, o Sofitel. Poderia usar vouchers, então foi uma decisão fácil.

Já na volta, no período do Réveillon, aproveitei que tinha um bom bocado de pontos no programa da Wyndham e reservei três noites no meu hotel predileto de South Beach, o The Dream.

A ideia já era fatiar a estadia em Miami, já que depois das festas seria hora das compras. Então optei por ficar as duas últimas noites no Marriott Dadeland, usando certificados que tinha ganho em promoções anteriores.

Resumo da ópera: não gastei absolutamente nada para ficar em Miami em um dos períodos mais caros do ano.

Vamos nessa para mais um trip report? No próximo post eu conto como foi o voo entre Floripa e Buenos Aires.

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