O primeiro upgrade a gente nunca esquece

(Este post esta sem acentos pois estou utilizando um teclado em ingles)

Acordei hoje com uma otima noticia: meu primeiro upgrade de classe entrou. Seria no trecho de Miami a Orlando que vou fazer amanha. Eu disse seria, porque logo depois recebi outro e-mail da American dizendo que o meu primeiro voo de hoje, Sao Francisco-Dallas, tambem teve o upgrade concedido. Finalmente toda essa andanca pra la e pra ca comecou a fazer efeito. E vai ser legal poder mostrar para voces como eh a ” first class” domestica, que nada mais eh do que uma executiva antiga (poltronas largas que nao viram camas) com servido de comida e bebida gratuito.

Hoje, alem do voo SFO-DFW, onde encaixei um “layover” (tempo em terra) mais comprido para poder visitar o novissimo lounge da American Express (inaugurado em 15/10/2013), farei um outro voo para Miami onde passo a noite no Marriott que fica perto do aeroporto.

Uma coisa legal que a Marriott esta implementando eh o check in remoto, feito pelo aplicativo deles para iphone. Eu recebi um alerta de que ja podia fazer meu check in e alguns minutos depois recebi outro alerta dizendo que meu quarto esta pronto. Tecnologia facilitando a vida de quem viaja, achei muito bom.

Agora tenho que ir, pois ainda preciso me despedir dos queridos amigos que me hospedaram essas duas noites e rumar para o aeroporto.

São Francisco

Um dos grandes benefícios de estar atingindo os diferentes níveis de status no programa de fidelidade da American Airlines é que nao so eu estou cada dia mais proximo de atingir o nível máximo, o Executive Platinum, mas também, a cada degrau que subo os benefícios vão aumentando. Por exemplo, ao atingir o status gold passei a ter acesso prioritário no check in, inspeção de bagagem e entrada no voo. Com o status Platinum adicionei ainda o beneficio do bonus de milhagem de 100%, que ja foi computado no ultimo voo de Miami a Sao Francisco. Apesar do bonus nao servir para atingir novas categorias, ele serve para reservar passagens, que no final das contas é o que todo mundo quer.

A American da ainda alguns bonus por atingir novas categorias ou marcas significativas, como 10.000 milhas voadas. Quando isso acontece, a conta no AAdvantage recebe 4 certificados “500-mile upgrade”, que podem ser usados para upgrade de categoria nos voos domésticos e para o caribe. Os certificados custam US$30 (qualquer um pode comprar), o que dá um valor de US$120 pelo beneficio recebido. Ja no proximo voo vou atingir a marca de 20.000 milhas voadas e por isso mais 4 certificados devem entrar na minha conta. Isso aumenta consideravelmente a chance de um upgrade acontecer ate o final da viagem. Torçam por mim, eu já fiz a minha cota de sacrifícios anual nos dois voos no 757-200, no famigerado (mas necessário) bate-volta ao Paraguai.

Hoje finalmente vou ter um dia inteiro livre, e vou aproveitar o belo dia que faz hoje aqui em Sao Francisco para revisitar esta bela cidade. Até mais!

Oi Asunción, tchau Asunción

Ontem não consegui escrever nada aqui porque estava no ar voando. No total foram 15 horas no ar, intercaladas por 1h20min no aeroporto de Asunción, Paraguai.

As 15 horas no 757-200 da American não foram nada memoráveis. Viajar longas distâncias em um “narrow body” é desconfortável mesmo sentando na saída de emergência. E por algum motivo, o assento 10A é o polo norte dos céus, algo que a aeromoça confirmou ser verdade – se não bastasse os dois cobertores como prova do frio.

O aeroporto de Asunción é pequeno, com apenas quatro fingers, então nesse pouco tempo eu consegui entrar e sair do país (não queria, mas fui obrigado pelas autoridades paraguaias), comprar umas coisinhas no free shop e ter a agradável surpresa de encontrar um sala vip do Itaú para aguardar o vôo.

De volta a Miami achei que ia tomar uma dura na imigração por esse inconsequente bate-volta ao Paraguai. Ledo engano. Agente: “o que você foi fazer no Paraguai?”, resposta: “mileage running”. “Ok, you can go”. Acho que não sou o único maluco a fazer isso.

Essa viagem me fez atingir a marca de 17.210 milhas voadas na American, o que significa duas coisas: 1) mais da metade da viagem (parte aerea) já passou; acabei de ver minha conta no Aadvantage e eu atingi o status Platinum (uhul!). Vamos ver se melhoram minhas chances de upgrade.

Bom, agora tenho que agilizar as coisas aqui, porque hoje tem mais um voo transcontinental. Back to the west coast, San Francisco here we go!

Red eye

(Este post nao tem acentos porque o teclado esta configurado para o ingles)

Ca estou eu no aeroporto de novo, pronto para mais um voo (na verdade vao ser quatro nos proximos dois dias). Depois de acordar cedissimo (3 da manha) peguei o shuttle do hotel para o aeroporto e em 10 minutos ja estava fazendo o check in. Pra quem voa cedo, nada melhor que a praticidade de estar perto.

Com os dois primeiros voos que fiz, ja atingi a milhagem necessaria para qualificar como Gold no AAdvange. “Ta, e o que isso muda na sua vida”. Bom, pra comecar eu pude fazer o check in na fila reservada para os clientes da Business, que estava vazia, enquanto a fila do check in normal estava com pelo menos 8 pessoas. Mas a grande vantagem foi ter acesso ao Priority AAccess, que e uma fila dedicada aos passageiros frequentes da American para fazer o controle de bagagem.

Sem exagero nenhum, todo o procedimento durou menos de 5 minutos (demorou tudo isso porque tive que colocar o tenis e o cinto de volta). Alias, por que diabos eu insisto em viajar de cinto?

Como nesse horario o cafe da manha ainda nao estava servido no hotel, aproveitei que o Admirals Club aqui do LAX abre as 4:30 e pude tomar o cafe aqui.

Importante, pois no voo para Miami nao sera servida comida alguma. Somente o servico pago, que nao agradou no voo entre Nova Iorque e Los Angeles. Tambem me precavi e trouxe algumas coisas para comer se sentir fome. Agora tenho que ir, meu voo esta sendo chamado.

Varig irá desaparecer

Segundo o fórum de aviação Contato Radar a Gol irá acabar com os aviões da marca Varig até abril. Há 12 aviões Varig, entre Boeings 737-700 e 737-800, o que representa menos de 10% da frota da empresa.

Dos 12 aviões, nove serão repintados e três devolvidos a empresas de leasing, segundo  a Gol.

A Gol quando comprou a Varig tinha a ideia de utilizar a sua marca nas rotas inteenacionais. Isso até aconteceu por um breve período, mas a Gol não teve competência pra fazer direito e acabou não dando certo.

Tenho certeza de que se fizesse no padrão Varig, com aviões novos e modernos seria um sucesso. Mas implantar o padrão Gol (low cost) numa marca já consolidada fica mesmo difícil.

Realmente uma pena ver uma marca tão querida pelos brasileiros ter um fim tão melancólico.

Direto das nuvens

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A viagem está a pleno vapor. Ontem voei de Guarulhos para Nova Iorque no novíssimo 777-300ER da American e o avião passou no teste com louvor. Como o objetivo principal da viagem é acumular as milhas necessárias para completar o “status challenge”, viajei na econômica.

Medindo 1,91m isso não é uma coisa fácil pra mim. Então paguei com gosto os R$ 190,00 que pediram pelo assento na primeira fileira. Consegui encontrar uma posição confortável e isso valeu algumas horas preciosas de sono.

Já no aeroporto John Fitzgerald Kennedy (JFK) o The Platinum Card da American Express permitiu o meu acesso ao Admirals Club (nome dos lounges da American Airlines) para tomar um banho e o café da manhã.

Renovado, era hora de seguir viagem. Neste exato momento estou no voo AA-1 (JFK-LAX), utilizando a internet (paga) do avião. Como isso faz diferença! Posso trabalhar, entrar em contato com a família e amigos e, claro, dar uma pasadinha aqui pra atualizar o blog.

Não se preocupem que na volta farei o trip report completo, com várias fotos e dicas. Por enquanto, acompanhem no twitter e no instagram @areadeemb

The 32.010 mile trip

É, o dia chegou. E chegou bem rápido viu, já que eu organizei essa viagem em aproximadamente duas semanas. Pra mim, que gosto de planejar cada viagem com calma, pra ter tempo de pensar os mínimos detalhes, isso equivale a marcar hoje e viajar amanhã.

O último trimestre do ano, notoriamente nos EUA, é marcado pelo que chamam de “mileage runs”. Para manter o status na(s) companhia(s) aérea(s) de preferência, os americanos voam simplesmente em razão das milhas. Nesta lógica, quanto mais conexões absurdas, quanto mais longos e  quanto mais baratos forem os voos, melhor.

Existe inclusive um padrão utilizado: o “cent per mile”, ou seja, quanto você está gastando para adquirir cada milha.

Isto pode parecer insanidade, mas imagine alguém que tenha que viajar praticamente todas as semanas do ano (como o personagem do George Clooney em Up in the air). Perder o status lá, pode significar ter de pagar pelo despacho das bagagens (inclusive a primeira), perder a fila preferencial (que poupa tempo), perder acesso aos lounges (que tem estrutura para trabalhar e oferecem algumas benesses). Botando no papel, realmente isso pode fazer sentido.

Tudo isso é muito distante da nossa cultura, pois aqui os benefícios dos status superiores dos programas nacionais dão poucos benefícios, além de serem dificílimos para atingir (tanto em milhas voadas como no custo). E pior: muitos deles são disponibilizados pela próprias empresas aéreas nos cartões de crédito ligados a seus programas de milhagem. Voar apenas pelas milhas aqui é coisa de doido.

Tá, e o que tudo isso tem a ver com essa sua viagem, você pode perguntar. Bom…tudo. Já há algum tempo eu venho diversificando as minhas opções no que diz respeito aos programas de fidelidade de cias aéreas que priorizo (e recomendo a todos que façam, desde que de forma planejada).

Pra vocês terem uma ideia, eu tenho quatro vezes mais milhas no programa da British Airways (o Avios) do que no Smiles, que é meu programa de escolha no Brasil. Isto não foi deliberado, partiu de uma promoção, mas cada vez encontro mais vantagens no Avios . A principal: não muda as regras ao sabor do vento.

Dentro desta estratégia de diversificação, comprei milhas quando houve promoção na Avianca Internacional, pontuei diversos voos que fiz na Star Alliance no Mileage Plus da United e no final do ano vou pontuar numa cia do Skyteam.

Enfim, estou testando o mar pra ver se está fundo ou se está raso. Digo de cara, é muito difícil acumular milhas nas cias estrangeiras no Brasil, com honrosas exceções. Mas não é impossível. O HSBC recentemente adicionou a British Airways como parceira de trocas, coisa que os cartões American Express já ofereciam. O Citibank oferece um cartão vinculado ao Aadvantage, programa de milhagem da American Airlines. Com algum planejamento é possível.

Bom, chega de enrolação, vamos ao que interessa: tenho a tendência de me cadastrar em todas as promoções que aparecem, mesmo sem saber se vão ser úteis. Por isso eu tenho 2.000 milhas na Alitalia ou 1.000 milhas na Aegean, mesmo sem nunca ter voado por nenhuma das duas. Foram de graça, logo se perder não vão fazer falta. E nisso apareceu uma promoção que no início não me chamou a atenção.

O Aavantage estava oferecendo a obtenção dos seus status com milhas reduzidas. Cadastrei e esqueci o assunto. Mais tarde, no mesmo dia esse era o principal assunto de todos os blogs da gringolândia. Era uma oferta dirigida que alguém inadvertidamente divulgou. E era MUITO generosa. Basicamente eu teria que voar 30% das milhas originalmente necessárias para atingir o status máximo no Aadvantage.

O único problema é que esse pouquinho é poucão! 30% significa 30.000 milhas com a bunda na cadeira. E como todo “mileage run” que se preze, com o menor custo possível (o que significa voar na parte direita do avião (perceba que quando você entra num voo internacional, os passageiros da primeira e business entram à esquerda, enquanto os da econômica entram à direita).

Depois de confirmar e reconfirmar com a American que eu estava elegível para a oferta (recebi inclusive o e-mail de confirmação), comecei a brincar com a ideia. Seria possível? Qual seria o custo? Conseguiria encaixar na minha agenda? Quais seriam os benefícios?

A minha primeira ideia foi buscar um destino que ficasse a 15.000 milhas daqui. Fácil não? Não, não é fácil. Ainda mais que eu só podia chegar até lá voando American ou em code-share com American. Mas achei: Cingapura (com escalas em Los Angeles e Bankok) fica a 15.000 milhas e uns quebrados de São Paulo. O preço alto impediu a ideia de ir pra frente.

Comecei então a pesquisar nos fóruns americanos, afinal eles são os mestres do “mileage run” e vem fazendo isso há anos. Bingo! Lá estavam os voos que eu precisava (e são muitos) por praticamente metade do custo do voo de Cingapura.

Mais algumas noites pesquisando, alterando rotas, adequando voos, achando tarifas, até que consegui chegar nas 30.000 milhas (na verdade o total vai chegar em 32.010 milhas). E voando na ida e na volta com os novos 777-300ER da American. Sounds like a plan.

No caminho, vou poder enriquecer o blog com posts sobre diversas aeronaves, aeroportos, lounges, hotéis e cias de aluguel de carro. Não posso pensar numa maneira melhor de estrear de verdade este blog.

E aí? Prontos para embarcar comigo? Não se esqueçam de me seguir no twitter e no instragram. Posts aqui só se sobrar tempo ou na volta.

Arrumando as malas

Esse post era pra ter ido no ar ontem. Bom, eu devia ter feito as malas ontem. Mas deixei pra última hora, então o post também acabou atrasando. Arrumar as malas pode ser um inferno, pode ser simples,  todo mundo tem dicas de como otimizar espaço e tempo, eu tenho as minhas também.

Antes de mais nada veja na internet a previsão do tempo do seu destino. Isso vai ajudar a selecionar o que levar. Se por acaso a previsão errar feio, você sempre pode comprar alguma coisa que esteja faltando no destino.

Depois, pense no que você pretende fazer na viagem. Se vai à ópera, talvez seja bom levar uma roupa mais arrumada. Se o destino é praia, talvez uma roupa de banho só não seja suficiente. Em todo caso, coloque todas as roupas que pretende levar em cima da cama e tente reduzir o máximo que conseguir. A regra de outro aqui é: menos, é mais. Lembre que você vai ter que carregar a mala pra cima e pra baixo e ainda vai enchê-la com as compras da viagem.

Quando tiver selecionado o que levar, tire uma foto e envie para o seu e-mail ou coloque no seu hd. Isso vai ajudar (e muito) caso você tenha a infelicidade de ter a mala extraviada, como já aconteceu comigo. Acho que minha mala gostava mais de viajar do que eu…

Não se esqueça de etiquetá-la com seu endereço (se quiser ter mais segurança, coloque o endereço comercial) e contatos (telefone e e-mail bastam).

Pensando no tema, acabei achando esse vídeo produzido pelo Holiday Inn Express que compartilho com vocês:

http://www.youtube.com/watch?v=HXj6Sz4eBUU

E vocês, quais dicas tem sobre fazer a mala?

Alitalia faz promoção relâmpago

Nightspecial_Nuova

Essa “promoção” resolvi postar para alertar sobre o quão importante é a escolha da cia aérea em que se vai voar. O fator preço deve ser levado em conta, sem dúvidas, mas escolher a companhia errada pode acabar com a sua viagem. Literalmente.

Vamos à promoção: entre as 20:00 do dia 23 de Outubro até as 08:00 do dia 24 de outubro de 2013, comprando sua passagem no site da Alitalia com o e-coupom HALL23BR, você terá desconto de 15%, aplicado na tarifa all inclusive (inclui taxas).

Esta oferta é válida para viagens entre 8 de novembro e 31 de março de 2014, apenas para voos Alitalia e Air One saindo do Brasil.

Porque você deve passar longe desta oferta? Primeiro porque o desconto não é significativo. Segundo porque a Alitalia não figura bem no ranking das companhias aéreas mundiais, o Skytrax. Mas principalmente porque ela pode falir, como vem informando os noticiários. Sim, você já viu esse filme antes. Ano passado a Pluna do Uruguai fechou as portas e deixou muita gente a ver navios.

Quando faço uma pesquisa de passagem utilizando o Ita Matrix (mais sobre esse sistema em breve) eu busco, claro, o menor preço. Mas se a diferença não for gritante e o segundo melhor preço for em uma cia confiável, ou onde posso acumular milhas, ou com melhores rotas e aviões, eu fecho com a última sem pestanejar.

 

Promoção destino surpresa Smiles

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Toda a semana o Smiles vem reeditando a promoção destino surpresa, onde a volta custa apenas 2.000 milhas. Isso significa que a passagem de ida e volta custa pelo menos 12.000 milhas (10.000 da ida e 2.000 da volta), quando o mínimo seriam 20.000 milhas (uma economia de 40%).

Os destinos surpresa da semana são:

  • Belém (BEL): para voos originados em Boa Vista (BVB), Brasília (BSB), Fortaleza (FOR), Macapá (MCP), Manaus (MAO), Marabá (MAB), Recife (REC), Rio de Janeiro (GIG), Santarém (STM), São Luís (SLZ) e São Paulo (GRU);
  • Recife (REC): para voos originados em Belo Horizonte (CNF), Brasília (BSB), Fortaleza (FOR), Juazeiro do Norte (JDO), Petrolina (PNZ), Rio de Janeiro (GIG), Salvador (SSA), São Luís (SLZ) e São Paulo (GRU);
  • Maceió (MCZ): para voos originados em Brasília (BSB), Goiânia (GYN), Rio de Janeiro (GIG), Salvador (SSA) e São Paulo (SAO).

Trechos disponíveis para emissão de bilhetes promocionais entre 00h00 do dia 24/10/13 e 23h59 do dia 27/10/13 para sócios do Clube Smiles e das 00h00 do dia 25/10/13 e 23h59 do dia 27/10/13 para os demais participantes. A viagem deve ser realizada entre 01/11/13 e 12/12/13.