Delta anuncia mudanças no Skymiles

O Skymiles, programa de fidelidade da Delta, sempre foi alvo de críticas da comunidade de frequent flyers dos Estados Unidos. Altos preços para redenção de prêmios, dificuldade em encontrar assentos são algumas das reclamações que frequentemente eu leio por lá.

Como a Delta mantém voos saindo de diversas cidades do Brasil e é parceira da Gol acredito que um bom número de brasileiros é membro do programa.

Bom, tenho más notícias pra vocês: a partir de 01 de Janeiro de 2015 o Skymiles vai se tornar um programa totalmente baseado no gasto, algo que já vimos aqui na Gol na mudança mais recente que ela fez no Smiles. Coincidência? Sendo a Delta acionista da Gol e com assento no conselho de administração eu acho que não.

A partir desta data as milhas serão creditadas de acordo com o valor pago pela passagem (antes o modelo era baseado no número de milhas voadas). Os detalhes não são totalmente conhecidos, mas trata-se de uma mudança que indica um péssimo precedente.

Vejam a notícia que saiu no Wall Street Journal (em tradução livre):

“Dentro das novas regras da Delta, previstas para serem anunciadas na próxima quarta-feira, os passageiros sem status elite no Skymiles receberão 5 milhas por cada dólar gasto em bilhetes, excluindo as taxas governamentais e tarifas. Aqueles com o nível mais alto de elite no Skymiles receberão 11 milhas por dólar gasto. Para os resgates a Delta vai continuar precificando os bilhetes em milhas, sem tarifas em dinheiro, em diferentes níveis de disponibilidade, como faz hoje”.

Trocando em miúdos: se você não é um membro Diamond Elite tenha uma certeza: você vai perder com a mudança. Acredita-se que os ganhos em milhas vão ser cortados pela metade.

O programa da Delta já não era grande coisa e provavelmente você nem seja membro do Skymiles. Mas a mudança em uma cia deste porte pode indicar uma tendência para as demais que seria um desastre para todos nós. É aguardar pra ver.

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Guia completo para alianças aéreas em 2014

Existem três grandes alianças de cias aéreas no mundo. A maior delas é a Star Alliance (SA) seguida pela Skyteam (ST) e Oneworld (OW). Saber quem são os membros de cada aliança é importante pois é possível utilizar milhas de uma cia para voar numa cia parceira.

Neste caso valem sempre as regras do programa da cia onde você tem as milhas que vai utilizar. Exemplo: você tem milhas no AAdvantage e quer voar British Airways, vale o regulamento da primeira. E como regra, mesmo sendo cias parceiras, não é possível enviar milhas de uma para as outras (a única exceção que eu conheço é entre Ibéria e British Airways, que fazem parte do mesmo grupo econômico).

Também é possível pontuar no seu programa de preferência voando numa cia parceira. Neste caso convém consultar as regras do programa onde vai pontuar e a classe do seu bilhete (tarifas promocionais geralmente só pontuam no programa da cia onde você vai voar, quando pontuam).

Teremos algumas mudanças importantes neste ano, vamos a elas, começando pela Oneworld:


A Tam e a US Airways vão trocar a Star Alliance pela Oneworld em 31 de março. Isto significa que se você tem até 30 de março para usar as milhas destas cias e voar nas parceiras da SA.

Além das duas a SriLankan Airlines também deve entrar pra OW mas a data ainda é incerta (depende da evolução da integração dos sistemas da aliança e da cia).

A lista das cias que participam da aliança ficará assim:

  • Air Berlin
  • American Airlines
  • British Airways
  • Cathay Pacific
  • Finnair
  • Iberia
  • Japan Airlines
  • LAN
  • LAN Express
  • LAN Peru
  • Malaysia Airlines
  • Qantas
  • Qatar Airways
  • Royal Jordanian
  • S7 Airlines
  • Tam (a partir de 31 de março)
  • US Airways (a partir de 31 de março)
  • SriLankan Airlines (data indefinida)

As mudanças no SkyTeam se resumem à adição da Garuda Indonésia que deve ocorrer no dia 5 de março. Eis a nova lista:

  • Aeroflot
  • Aerolíneas Argentinas
  • Aeromexico
  • Air Europa
  • Air France
  • Alitalia
  • China Airlines
  • China Eastern
  • China Southern
  • Czech Airlines
  • Delta Air Lines
  • Kenya Airways
  • KLM
  • Korean Air
  • Middle East Airlines
  • Saudia
  • TAROM
  • Vietnam Airlines
  • Xiamen Airlines
  • Garuda Indonesia (a partir de 5 de março)

 

A grande notícia para a Star Alliance é a perda de duas grandes cias no seu portfólio (TAM e US Airways). No caso da TAM ela será substituída pela Avianca Brasil (aumenta a qualidade mas diminui o número de voos). Nos EUA a perda da US Airways não vai ser tão sentida, já que ela continua com a United.

A única adição prevista para 2014 é a Air India, mas nem isto é certo já que a primeira tentativa em 2011 acabou não concretizada. A lista vai ser a seguinte:

  • Adria Airways
  • Aegean Airlines
  • Air Canada
  • Air China
  • Air New Zealand
  • ANA
  • Asiana Airlines
  • Austrian
  • Avianca
  • Brussels Airlines
  • Copa Airlines
  • Croatia Airlines
  • EGYPTAIR
  • Ethiopian Airlines
  • EVA Air
  • LOT Polish Airlines
  • Lufthansa
  • Scandinavian Airlines
  • Shenzhen Airlines
  • Singapore Airlines
  • South African Airways
  • SWISS
  • TAP Portugal
  • THAI
  • Turkish Airlines
  • United
  • Air India (data indefinida)
  • Avianca Brasil (segundo semestre)

No geral eu vejo as mudanças como positivas para nós brasileiros. Vou começar pela Avianca Brasil: hoje ela não faz parte de nenhuma aliança. A sua adição à Star Alliance vai abrir um leque enorme de opções para quem acumula milhas ali (ou pretende enviar suas milhas para outro programa). Torço também para que isto signifique a tão sonhada integração do programa Amigo com o Lifemiles.

A mudança da TAM da Star Alliance para a Oneworld foi criticada por muitos, que viram na mudança a perda de diversas ligações com a Europa principalmente. Eu enxergo diferente: ter a TAM na OW significa poder enviar suas milhas para a American que tem um dos melhores programas de fidelidade do mundo. A ligação para a Europa perde alguns bons parceiros mas a própria TAM voa pra lá (e volta e meia faz promoções de milhas reduzidas) além das novas parceiras British e Ibéria. É preciso lembrar também que a ligação com os EUA melhora significativamente, já que American e Us Airways serão parceiras da TAM.

Fica faltando apenas a Gol decidir se casa ou continua namorando a Skyteam.

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Air France revela seus novos assentos da Classe Executiva

Dentro de um investimento de 500 milhões de Euros destinado a melhorar os produtos e serviços, a Air France revelou os novos assentos da Classe Executiva (antes chamada de Affaires e agora Business Class).

Antes ela já havia revelado o novo assento da classe econômica, que é esse aqui:

New_economy_seat

Agora chegou a vez a executiva e o modelo adotado é o que o mercado tem de melhor, o chamado reverse herringbone, modelo já adotado pela Cathay Pacific, EVA Airways e os novos aviões da American Airlines.

Vejam como era:

E como vai ficar:

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Todos os assentos vão ter acesso ao corredor e reclinar 180 graus (full lie flat)

Air-France-New-Business-3

 

Apesar do modelo adotado não ser novidade, é notável a qualidade nos detalhes do novo assento:

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Vejam mais fotos do assento:

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A renovação começa em Junho deste ano e vai até 2016 quando todos os 44 Boeing 777 da Air France terão os novos assentos. Estranhamente o anúncio oficial não fala dos A330, A340, A380 e 747, mas acredito que os três primeiros também devam receber o novo assento.

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Promoção: torne-se Hilton Gold com apenas quatro estadias

Para atingir o status Gold no Hilton HHonors são necessárias 20 estadias ou 40 noites durante o ano. Entretanto, de tempos em tempos eles oferecem uma promoção onde você só precisa de quatro estadias para chegar lá.

A promoção chama-se Hilton Gold Fast Track. Antes de mais nada você deve ser um membro do HHonors. Se não for clique aqui.

Depois você deve se registrar aqui. Pronto, agora você está a quatro estadias de se tornar um membro Gold no HHonors, lembrando que as estadias devem ocorrer em até 90 dias do registro na promoção.

Hilton Gold Fast Track

Principais benefícios dos membros Gold no HHonors:

•  Wi-Fi gratuito
•  Upgrade de quarto (sujeito a disponibilidade)
•  25% de pontos a mais na sua estadia
•  Acesso à academia dos hotéis que tem esse espaço

Leverage your Hilton Gold status at the Boca Beach Club

Se você já tem uma viagem programada e conseguir encaixar as quatro estadias esta promoção é excelente. É sempre bom lembrar que são quatro estadias e não quatro noites, mas a estadia pode ser de uma noite apenas.

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Entendendo o selo dimensional da ANAC

Selo da Anac será dado a companhias que colocarem<br /><br /><br /><br />
                as informações sobre conforto das poltronas nas<br /><br /><br /><br />
                aeronaves. (Foto: Divulgação)

No post anterior eu contei pra vocês que a Gol vai aumentar a distância entre as poltronas, fazendo com que ela alcance a categoria A (maior de todas) na classificação da ANAC. Mas o que exatamente isso significa e como funciona essa classificação?

A Anac estabelece uma classificação de “A” a “E”, conforme a distância entre os assentos, da seguinte forma:

A = maiores ou iguais a 76cm;

B = 75,5cm a 75,9cm;

C = 68,5cm a 70,9cm

D = 68,5cm a 70,9cm

E = 66cm a 68,4cm

Diz a ANAC que “A distância é medida do ponto de fixação de um assento na aeronave ao mesmo ponto de fixação do assento à frente para sua medida, para evitar alterações da medição devido a possíveis deformações do encosto ou da almofada pelo tempo de uso, por exemplo”.

Ora, se eu bem entendi estão contando como espaço parte que fica abaixo do assento, ou seja, você não tem 76cm para o seu joelho nos aviões de categoria A e sim 76cm menos o espaço entre a fixação do assento e almofada da poltrona da frente.

Continua explicando o órgão regulador: “Para efeito da classificação, será considerada a menor distância encontrada em cada aeronave, já que ela pode variar de acordo com a localização do assento (nas poltronas próximas às saídas de emergência, por exemplo, o espaço é maior)”. Medida correta, pois a média poderia induzir as pessoas a erro.

Isso significa que um avião categoria “A” tem todas as poltronas acima de 76 centímetros. Se um único assento for inferior a esse número, a categoria do avião cai.

Encontrei um levantamento excelente feito pelo repórter Ricardo Gallo da Folha de São Paulo que fez o raio-x das cias nacionais:

Azul: tem a maior parte dos assentos na categoria A. Os turbohélices ATR são da categoria A e os jatos Embraer são categoria B.

Avianca: todos na categoria A (Fokker-100, Airbus A318, A319 e A320.

Gol: anunciou a mudança da distância ontem, mas ainda é a única a ter aviões na categoria E, a mais apertada. A maioria da frota, Boeings 737-700 e 737-800, está na categoria B. Na hora de comprar sua passagem, se você clicar em cima do número do voo, verá a categoria.

Tam: os voos internacionais costumam ser Airbus A330, Boeing 767 e 777, que estão na categoria A. Os domésticos, normalmente Airbus A321 estão na categoria B e os A319 e A320 estão na categoria C. Na hora de comprar, clique em número do voo e depois em “classificação ANAC”.

Mais uma vez a Avianca confirma a bom impressão que sempre tive dela sendo a única (por enquanto) cia nacional a oferecer todos os assentos de seus aviões com pelo menos 76cm de distância.

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Gol irá oferecer mais espaço entre os assentos

Li hoje no blog do Lauro Jardim que a gol vai estender pro resto da frota a configuração de assentos com mais espaço que já opera na ponte aérea desde o final do ano passado.

Os assentos mais à frente terão a distância aumentada de 30  para 34 polegadas e nos demais o aumento será de 30 para 31 polegadas. Além disto eles irão reclinar 50% a mais.

No carnaval já serão 33 aviões com a nova configuração, atingindo 83% da frota no período da Copa e 100% até o final do ano.

Com a mudança a Gol passará de categoria D para categoria A na classificação de conforto da ANAC.

Não foi divulgado ainda se os novos assentos terão cobrança adicional, mas acho isso quase certo nos assentos com 34 polegadas.

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Japan Airlines anuncia a aposentadoria do 747

All Nippon Airways 747

Nunca escondi minha paixão pelo Boeing 747. Desde pequeno a visão daquele avião imenso com a “corcunda” característica me fascina. Pra mim continua sendo o avião de longo curso mais bonito do mundo. Não por outra razão que eu escrevi esse post aqui sobre o fim iminente do velho Jumbo.

Seguindo o caminho já adotado pela Cathay Pacific e Singapore, a JAL (Japan Airlines) anunciou que em 31 de março irá aposentar seus dois últimos Boeing 747 ainda em serviço, encerrando uma parceria de mais de quatro décadas.

As razões alegadas são as mesmas que eu já havia delineado no post sobre o fim: troca por aeronaves mais eficientes e menores para permitir menos custo e mais opções de horário.

As cias Air India, Air New Zealand e EVA também tem planos de abandonar em definitivo o 747 de suas frotas em breve. Aproveitem enquanto há tempo!

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ANAC nega pedido da Air France para operar com o A380 no Brasil

Quando o Brasil foi anunciado como sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olímpiadas de 2016, confesso que fiquei esperançoso que isto traria a necessária modernização de nossos aeroportos. Iríamos finalmente ver o A380 pousar por aqui.

E é óbvio que me enganei. Não só a maioria das reformas nos aeroportos não vão ser entregues a tempo (da Copa ao menos) como agora vem a notícia de que a Air France teve o seu pedido para operar com o Airbus A380 na rota Paris-São Paulo (Guarulhos) negado.

A ANAC alega que a pista principal não é larga o suficiente para o avião.

O motivo certamente é justo, pois com segurança não se brinca. Mas precisou chegar em 2014 pra descobrir que a pista não era larga o suficiente? Quando fizeram a licitação isto não estava previsto no contrato?

Com isso a Air France continuará a operar a rota com seus Boeing 777 até que as obras necessárias sejam feitas.

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Club Carlson anuncia desvalorização

O Club Carlson é o programa de fidelidade do Carlson Rezidor Hotel Group, rede que engloba as marcas Radisson Blu, Radisson, Park Plaza, Park Inn by Radisson, Country Inn & Suites by CarlsonSM e Hotel Missoni, com cerca de 1.300 hotéis espalhados  em mais de 100 países.

Seguindo a onda de desvalorizações que tem ocorrido em diversas redes hoteleiras o Club Carlson anunciou hoje diversas mudanças no seu programa, algumas com início em 15 de março, outras em 1o. de Maio. Vamos às principais:

  1. Foi criada uma categoria 7 (antes a maior era a 6) onde serão necessários 70.000 pontos (antes o máximo eram 50.000 pontos) por noite e os seguintes hotéis vão fazer parte dela:
  • Radisson Royal Hotel, Dubai
  • Radisson Blu Le Dokhan’s Hotel, Paris Trocadero
  • Radisson Blu 1835 Hotel & Thalasso, Cannes
  • Radisson Blu Le Metropolitan Hotel, Paris Eiffel
  • Radisson Blu Hotel Champs Elysees, Paris
  • The May Fair, Londres
  • Plaza on the River, Londres
  • art’otel, Amsterdam
  • Radisson Royal Hotel, Moscou

2. Muitos hotéis vão subir de categoria (embora alguns vão descer), a lista completa você vê aqui;

3. Os pontos vão poder ser utilizados para os quartos premium (antes só era possível trocar pelos quartos standard (não foram divulgados os valores destes quartos) – a partir de 15 de março;

4. Noites-prêmio vão contar para obtenção de status elite (a partir de 15 de março);

5. Os bônus para os membros elite vão diminuir. Membros Gold passam a receber 35% de bônus (antes 50%) e membros Silver 15% (antes 25%). Membros Concierge vão continuar recebendo 75% de bônus (a partir de 15 de março);

6. Os gastos com comida e bebida dentro do hotel nas noites-prêmio vão computar pontos para o programa;

Vamos agora analisar qual a situação dos três hotéis que a rede mantém no Brasil:

  1. Radisson Hotel Faria Lima, São Paulo: vai mudar de categoria 5 para 6 = 50.000 pontos por noite;
  2. Radisson Hotel Alphaville, São Paulo: vai mudar de categoria 5 para 6 = 50.000 pontos por noite;
  3. Radisson Hotel Maiorana, Belém: vai mudar de categoria 5 para 4 = 38.000 pontos por noite.

Os novos valores aplicam-se para reservas feitas depois de 1o. de Maio. Embora alguns hotéis tenham descido de categoria e algumas pequenas mudanças positivas tenham sido incluídas, o cenário geral é de desvalorização de pontos. Então fica a dica: se tiver pontos no Club Carlson sobrando, comece a pesquisar para utilizá-los antes que a desvalorização tenha efeito.

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Como é o serviço de assistência médica do Amex Platinum

Durante a viagem que fiz no final do ano passado pela primeira vez precisei utilizar a assistência médica que quase todos os cartões de crédito oferecem. Achei o serviço excelente e foi bom saber que posso contar com essa segurança no exterior.

Para ter direito a este benefício, a maioria dos cartões exige que você tenha comprado a passagem com aquele cartão mas o The Platinum Card oferece o seguro sem nenhuma condicionante.

A cobertura é de até US$30.000 para atendimento médico e US$1.000 para medicamentos.

Vamos ao relato: no dia 24 de dezembro amanheci com uma dor chata na lombar, algo que me acompanha há anos e que eu sabia que podia piorar. No mesmo dia eu embarcaria para Turks & Caicos e preferi não arriscar.

Liguei para o número da assistência no Brasil utilizando o Skype e relatei o problema. Eles disseram que iam contactar a seguradora nos EUA e pediram um número para retornar o contato. Pouco tempo depois ligaram de volta oferecendo os médicos mais próximos a mim (a escolha era minha). Feita a escolha foi só ir até o consultório que já estava avisado pelo seguro que a consulta não seria cobrada.

Fui muito bem atendido e o médico receitou alguns remédios para o meu problema. Procurei a farmácia mais próxima e mandei aviar a receita. Poderia ter pago com qualquer cartão de crédito segundo me informaram, mas como seguro morreu de velho paguei com o Amex.

Na volta bastou escanear as receitas e enviar para um e-mail, fornecer meus dados bancários e cerca de um mês depois estava a quantia devidamente reembolsada em minha conta. Simples e eficaz.

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