Trip Report: Aerolíneas Argentinas Business Class – Hotel Dream South Beach

O post de hoje é sobre meu hotel favorito em South Beach: o Dream. Trata-se de um hotel boutique extremamente bem localizado, mas sou o primeiro a admitir que ele não é pra todo mundo. Já já eu conto o por quê. Este é o décimo post deste trip report aqui:

1. Introdução
2. Voo Austral 2271 – FLN/AEP
3. Buenos Aires
4. Salón Condor EZE
5. Voo Aerolíneas Argentinas 1304 – EZE/MIA
6. Sofitel Miami
7. Voo American Airlines 2391 – MIA/PLS
8. Turks & Caicos
9. Voo American Arlines 1338 – PLS/MIA

Hotel Dream South Beach
Diária: 30.000 pontos Wyndham Rewards
Check-in: Segunda, 30 de dezembro de 2013
Check-out: Quinta, 02 de janeiro de 2014
Quarto: 272

A grande Miami cobre uma área imensa e espalhada, portanto onde ficar depende muito do foco da viagem. Se o foco são compras, sugiro fugir de South Beach e ficar em Downtown ou em Fort Lauderdale, já que você irá pagar caro pela hospedagem e estacionamento e nem estará lá de dia para aproveitar.

Se o foco é praia e poder fazer tudo a pé, South Beach é imbatível. É um dos poucos lugares dos Estados Unidos em que se pode fazer quase tudo a pé ou a uma distância curta de táxi.

Numa dessas idas a Miami, procurando um hotel na região encontrei o Dream pela primeira vez. E como tinha pontos suficientes para três noites não tive dúvidas em reservar ali de novo.

O check in foi cordial e rápido e em pouco tempo já estava a caminho do quarto.

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A iluminação do quarto é toda indireta em tons de azul:

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O quarto é pequeno, como praticamente todos os hotéis de South Beach. E se você não gostar da iluminação é só pedir pra recepção mandar alguém deixar o quarto mais iluminado (havia um bilhete dizendo que isso era possível).

Vamos ao banheiro:

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As amenieties são da marca italiana Etro:

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Aqui o chuveiro:

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Ao lado do chuveiro há um armário onde está o cofre:

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E ao lado estão os cabides, onde há um roupão, ferro de passar e até um guarda-chuvas:

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Voltando ao quarto, logo abaixo da tevê está o frigobar:

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A geladeira tem sensor de peso, portanto se você tirar um item dali, mesmo que coloque de volta, ele vai ser computado na sua conta.

Um dos grandes trunfos do hotel é sem dúvida o serviço de praia (incluso na taxa de resort de US$ 8,99 que você paga por dia). Cadeiras e toalhas à disposição dos hóspedes. Além disso a taxa cobre também a internet wi-fi.

Dessa vez não fui à praia, preferi curtir a piscina que fica no topo do hotel:

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Algo que é pouco conhecido é que o bar da piscina, o Highbar, é acessível por qualquer um, mesmo que não esteja hospedado no hotel. Ótima pedida para o happy hour (17-20h) onde os drinques são 2×1.

O local é tão agradável que decidimos passar a virada na festa que aconteceu ali e não nos arrependemos.

Como eu disse no início, o Dream não é pra todo mundo. Tem gente que vai achar o quarto pequeno, que não vai gostar da (falta de) iluminação e do clima moderninho. Mas com certeza ele é pra mim.

No próximo post o relato de outro excelente hotel, numa área voltada pra compras: o Marriott Dadeland.

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