Sobre a “desvalorização” do Ibéria Plus

Iberia Plus

Ontem eu pretendia escrever sobre a “desvalorização” na tabela do Ibéria Plus para bilhetes prêmio nos parceiros Oneworld. Havia lido a notícia no domingo a noite e havia selecionado o tema para ser o objeto do post de segunda feira.

Como todos sabem ontem (segunda) eu simplesmente não tive tempo para escrever um post minimamente decente sobre o assunto e preferi aguardar para escrever algo com mais qualidade.

Apesar de todos os blogueiros adorarem dar uma notícia antes dos outros é preciso um mínimo de checagem e venho aprendendo isso a duras penas. Essa pressa em ser o primeiro não pode comprometer a qualidade da informação prestada.

Este tema do Ibéria Plus foi um grande exemplo disto: um dos primeiros blogueiros a postar a notícia, ontem (segunda) veio a público retificar a informação prestada no domingo. O post dele é esse aqui.

Segundo ele a Ibéria teria induzido todos a erro ao publicar as tarifas que já aplicava desde 2011.

Não acho em absoluto que a Ibéria tentou fazer acreditar que ela tinha desvalorizado sua tabela porque isso seria dar um tiro no pé. Quem quer plantar notícias negativas sobre a sua empresa? Faltou humildade do blogueiro para assumir que faltou pesquisa por parte dele.

Em 2011 quando a Ibéria repaginou seu programa de fidelidade ela utilizou um sistema baseado em distância igual ao da British apenas para seus voos próprios e de suas subsidiárias.

Para as cias da Oneworld ela multiplicou os valores anteriores por 15 que foi o valor da desvalorização da época, enquanto a British aplicou o novo sistema também para os parceiros de aliança.

A razão para ninguém saber disso antes é que ninguém usava este tipo de emissão, já que é possível enviar os pontos do Ibéria Plus para o Executive Club da British Airways sem custo e emitir por lá com muito mais facilidade.

No sistema da Ibéria é necessário ligar para um call center na Espanha e os prêmios não são canceláveis. Na British você pode fazer a maioria das emissões on-line e cancelar a um custo relativamente baixo, recebendo as milhas de volta.

Resumo da Ópera: não houve desvalorização de tabela no Ibéria Plus e nem há indicação que a British vá fazê-lo – ela inclusive negou a hipótese via twitter.

De qualquer forma vale a reflexão: não trate suas milhas como uma poupança, pois ao contrário da poupança original, onde seu dinheiro cresce ao longo do tempo, com as milhas acontece justamente o contrário, é certo que com o tempo vão valer menos.

Faça um planejamento cuidadoso dos seus objetivos e gaste de acordo com ele. Ou como diria o grande Rodrigo Purisch: “milha boa é milha gasta com sabedoria e o mais rápido possível”.

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Trip Report: Ibéria e Air France Business Class – Galleries Arrivals Lounge (LHR)

Galleries Arrivals Lounge - LHR Terminal 5 (Fonte: google images)
Galleries Arrivals Lounge – LHR Terminal 5 (Fonte: google images)

Por favor não me abandonem! Eu sei que exagerei no número de posts sobre salas vip, mas a ideia é escrever sobre todas desta viagem para não ter que repetir em viagens futuras (salvo aquelas que passarem por reformas). E a sala de hoje é bem legal: é destinada aos passageiros que chegam de voos internacionais ao aeroporto de Heaathrow. Este é o décimo post deste trip report:

1. Introdução
2. Check-in Ibéria GRU
3. Admirals Club GRU
4. Sala vip Smiles GRU
5. Sala Mastercard Black GRU
6. Sala vip Proair GRU
7. Voo Ibéria 6824 – GRU/MAD
8. Sala Vip Velázquez MAD
9. Voo Ibéria 3160 – MAD-LHR

Eu sou um grande fã de salas como o Galleries Lounge que fica no Terminal 5 de Heathrow e funciona das 05:00 às 14:00h.

Funciona neste horário justamente para que os passageiros vindos de longos voos internacionais possam tomar um banho, arrumar-se melhor, tomar café e seguir renovados para seus compromissos.

Bom no meu caso era só tomar banho e café pois meu único compromisso era chegar até a casa de minha prima sem me perder no caminho. Mas como é bom tomar um banho depois de tantas horas de viagem!

Logo ao sair da área segura (depois de retirar as bagagens) você deve procurar o elevador verde e subir até o primeiro andar. Ali é só olhar em volta que já vai ver o espaço.

Ao chegar na porta o desespero: havia esquecido minha câmera no avião. E agora? Sabia que os balcões da Ibéria ficavam em outro terminal, então resolvi apelar para o pessoal do próprio lounge.

Eles me tranquilizaram, falaram que iam mandar uma pessoa até o avião mas que se o mesmo já estivesse fechado (para embarcar para outro destino) não poderiam interferir e eu teria que procurar a câmera no achados e perdidos da Ibéria em Madrid (ou traduzindo: poderia me despedir dela).

Fiquei realmente chateado com o fato, já que isso significava perder todas as fotos feitas até ali mas não havia muito que pudesse fazer. Já que ia ter que esperar, fui tomar um banho. Os chuveiros ficam ao fundo desta área de descanso:

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O banheiro tinha um excelente aspecto, com decoração moderna mas confesso que prefiro chuveiros mais simples. Demorei pra entender como é que este funcionava. E o pior: a vedação do box deixava passar águas aos montes. Se não tivesse colocado uma toalha de chão para barrar a água, terminaria o banho com o banheiro alagado.

Banho tomado, roupa limpa e dentes escovados, fui ver as opções de café da manhã, embora não estivesse com fome já que tinha comido a bordo do voo da Ibéria.

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Tudo estava com uma cara muito boa, mas eu não comi nada. Estava mesmo preocupado em saber da câmera. Retornei à recepção para perguntar e pude finalmente respirar aliviado: tinham encontrado a câmera e o funcionário iria me entregar na área do raio-x. Serviço excepcional da British Airways, dona do lounge.

Depois do susto resolvi ir logo buscar a câmera e nem tive tempo de experimentar o spa, que oferece tratamentos expressos gratuitos de 15 minutos:

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Reaver a câmera envolveu em passar novamente pelo raio-x para retornar à área segura. Deve haver alguma razão para isto mas pouco importa. O importante é que estava novamente com as minhas fotos em mãos.

Depois do susto redobrei os cuidados com as fotos: todos os dias baixava as fotos para o notebook e de lá para o hd virtual. A gente sofre mas aprende =) E chega de lounge por um tempo, no próximo post eu falo como foi viajar no Eurostar (trem de alta velocidade) entre Londres e Paris.

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Trip Report: Ibéria e Air France Business Class – Introdução

 

 

Já não era sem tempo eu iniciar a série de posts sobre a minha última viagem internacional. Eu sei que levei mais tempo que o usual, mas vocês não tem ideia do tanto de trabalho que dá editar as fotos pra parecer minimamente decentes – já que o fotógrafo não ajuda muito.

Como de praxe neste primeiro post eu conto como foi o processo de planejamento desta viagem, principalmente das reservas dos voos e dos hotéis. Com isso tento passar estratégias que eu utilizei e que podem facilmente ser replicadas, afinal viajar mais e melhor é o lema deste blog.

Esta foi sem dúvida nenhuma uma das viagens mais fáceis de se montar. O roteiro já estava pré-definido e só tive que procurar as passagens para aquele período e depois os hotéis de cada cidade. O resto ficou a cargo da minhã querida irmã dona do blog comer comer, o qual recomendo fortemente uma visita (beijo irmã).

As cidades visitadas seriam Londres, San Sebastián (Espanha), Bordeaux e Paris. Uma viagem eno-gastronômica, cuja parte gastronômica está sendo contada no comer comer.

Mas como aqui o negócio é o mundo das milhas, aviação e hotelaria, vamos retomar o fio da meada. Roteiro em mãos, era a hora de ver a disponibilidade de passagens para chegar em Londres e partir de Paris.

Iniciei pela volta, procurando passagens no Smiles (o que pode ser bem frustrante em alguns períodos onde a disponibilidade simplesmente some). Por sorte encontrei lugar na classe executiva da Air France pelo preço normal (52.500 milhas) apenas um dia antes do ideal.

Por que o Smiles? Pelas regras do programa, que funciona por regiões: o preço é o mesmo da Europa para qualquer cidade da América do Sul, algo muito útil para quem não mora no Rio ou em São Paulo. O bilhete é emitido até a sua cidade e a franquia de bagagem internacional vale até o destino final.

Mas não é só isso: o Smiles permite stop-over mesmo no bilhete one-way. Assim aproveitei o mesmo bilhete para ficar alguns dias no Rio, seguindo para Florianópolis dois dias depois. O lado chato é que para adicionar esta parada você é obrigado a ligar para a central de atendimento já que não é possível fazer a operação no site.

Para a passagem de ida procurei inicialmente na British, já que ela faz a rota São Paulo-Londres com voo direto diário. Aqui tive que usar a palavra-chave para quem tira passagens de milha: flexibilidade. Não tinha passagem para o dia que queria então tive que antecipar a ida em três dias.

Usei 90.000 avios para emitir uma passagem na primeira classe da British Airways, na qual já tinha voado no ano passado e gostado bastante. Você pode enviar pontos diretamente para lá dos cartões do HSBC e American Express e indiretamente (via Ibéria Plus) do Santander.

Pouco tempo depois a Ibéria lançou uma promoção para emissão de passagens com 50% de desconto nas milhas nos voos de/para Madrid. Isto significa que eu poderia voar na executiva por apenas 40.000 milhas (25.000 GRU-MAD e 15.000 MAD-LHR), uma economia de 50.000 milhas.

Fiquei bastante na dúvida, tanto que pedi a ajuda de vocês aqui. Após ponderar que seria interessante revisar produtos novos (no caso a executiva da Ibéria e a sala vip de Madrid) e ainda economizar o suficiente para outra passagem de ida para a Europa na classe executiva, acabei ficando com esta opção, cancelando a passagem da British (multa de US$30 mas com reembolso das milhas).

Resolvidas as passagens, hora de reservar os hotéis. Sempre começo procurando hotéis nas minhas redes favoritas (na ordem: IHG, Accor e Marriott) e depois vou procurando redes que utilizo menos (SPG, Hilton, Club Carlson, etc).

Isto não significa que eu só fico em hotéis que pertencem a cadeias, mas sim que dou preferência a eles. E isto acaba rendendo pontos que depois se transformam em noites gratuitas.

No caso de San Sebastián havia um único hotel de rede que eu considerei ficar: o Mercure Monte Igueldo. Ele fica no topo do…Monte Igueldo, claro! Deem uma olhada:

Apesar de reconhecer que a vista é linda…

…o foco na cidade seriam os bares de pintxo (nome basco para os tapas) que estão do outro lado da baía. E como em cada um se toma uma taça de vinho da Rioja, achei prudente reservar algo mais perto de lá.

Passei então a ver os hotéis mais bem cotados no Trip Advisor, sempre dando aquele desconto para avaliações suspeitas. Somando as boas avaliações, o preço e a localização vi que o Astoria 7 era o hotel ideal. Um hotel temático de cinema? Sign me in.

Na França a Accor passa a ser a melhor pedida já que tem hotéis de todos os níveis em praticamente todas as principais cidades. Em Bordeaux apostei no Novotel Bordeaux Centre Meriadeck, que tinha um preço bom e ficava relativamente perto do centro.

Transferi pontos do Km de Vantagens para o Multiplus (2.000 km de vantagem viram 4.000 pontos Multiplus a um custo de R$49) e depois para o Le Club (4.000 pontos Multiplus viram 2.000 pontos Le Club), emiti os vouchers (um voucher de 40 euros custa 2.000 pontos) e ganhei um belo desconto na estadia.

Como assim desconto? Façam a conta comigo: para emitir um voucher de 40 euros eu gastei R$49,00. No cambio oficial de hoje os 40 euros valem R$ 123,90. Ou seja, tive uma economia de R$ 74,90 por voucher utilizado.

Por fim, como só íamos ficar uma noite em Paris, resolvi terminar a viagem em grande estilo, usando 50.000 pontos do IHG para uma diária do Intercontinental Le Grand, cuja excelente localização permitiu otimizar o pouco tempo na cidade luz.

Vamos nessa para mais um trip report? No próximo post eu conto como foi o início desta viagem.

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British Airways lança serviço para monitorar seus voos

Essa é pra quem ama aviação e já voou alguma vez com a British Airways: eles acabam de lançar um serviço online onde você pode conferir seu histórico de voos com a cia britânica.

A novidade chama-se Flight Path e mostra quantas milhas você já voou com a BA, quantas voltas ao mundo já deu, quantas horas passou voando e quais cidades e países já visitou. E tudo isso pode ser compartilhado nas suas redes sociais.

Existem aplicativos semelhantes onde você pode guardar os voos de todas as cias aéreas, mas não deixa de ser legal que a British tenha lançado seu próprio.

Quer conferir? Acesse aqui.

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E aí, troco ou não troco?

The new British Airways First Class

Acima: British Airways First Class. Abaixo: Ibéria Business:

Estou com uma dúvida cruel e vou dividir com vocês. Quem sabe alguém não me ajuda a decidir a questão.

Viajo para Europa em março e emiti tanto a ida como a volta usando pontos. Na ida emiti um voo na British Airways na Primeira Classe por 90.000 avios. Na volta usei 52.500 smiles para voltar na Business da Air France.

Estava satisfeitíssimo com minhas opções, afinal são excelentes produtos e eu realmente agradeço por poder utilizar milhas para voar em produtos que certamente não teria condições de pagar.

Pois bem, a dúvida surgiu quando a Ibéria lançou uma promoção onde a emissão na Classe Executiva entre São Paulo e Madrid sai por apenas 25.000 avios (metade do normalmente exigido).

Mesmo adicionando o trecho entre Madrid e Londres o total não passa de 40.000 avios, ou seja, a economia seria de 50.000 avios. essa sobra dá pra outra passagem one way na Executiva entre GRU e MAD.

Tem ainda o fato de que já voei na First da British e nunca voei na Business da Ibéria – esse voo da BA ainda vai virar um trip report flashback (voei em abril de 2013, mas o produto continua o mesmo).

Seria interessante relatar um produto diferente, ainda que seja da criticada Ibéria?

No meu lugar vocês trocariam a passagem e economizariam os 50.000 avios?

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Trip Report: Aerolíneas Argentinas Business Class – Voo American Airlines 1338 PLS/MIA

Hoje vou contar sobre a volta de Turks & Caicos para Miami. Como a ida foi em um voo noturno e sem a possibilidade de ver muita coisa, a volta reservou lindas imagens que eu vou mostrar pra vocês. Este é o nono post deste trip report aqui:

1. Introdução
2. Voo Austral 2271 – FLN/AEP
3. Buenos Aires
4. Salón Condor EZE
5. Voo Aerolíneas Argentinas 1304 – EZE/MIA
6. Sofitel Miami
7. Voo American Airlines 2391 – MIA/PLS
8. Turks & Caicos

American Airlines Voo AA-1338
Providenciales (PLS) – Miami (MIA) 
Segunda, 30 de dezembro de 2013
Partida: 08:30
Chegada: 10:20
Duração: 1h45min
Milhas: 578
Aeronave: Boeing 737-800
Assento: 20A (classe econômica)

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Mudei o formato do mapa acima, para vocês já terem de cara uma ideia dos lugares que sobrevoamos. Olha quanto azul!

Mas estou me precipitando, vamos voltar ao começo. Cheguei cedo ao aeroporto, antes mesmo do check in estar aberto:

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Haviam duas filas, uma normal e uma prioritária. Fui para a fila prioritária e fiquei esperando…só pra ver a funcionária da minha fila chamar uma família inteira da fila normal:

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O atendimento que seguiu foi no mesmo “nível”: não queria colocar a etiqueta de prioridade na bagagem de jeito nenhum. Tudo porque a reserva tinha sido feita pela British onde não tenho status. Como conheço meus direitos, bati o pé e ela acabou colocando as etiquetas com má vontade:

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O aeroporto é extremamente pequeno, então depois do check in você anda apenas alguns passos e já está no raio-x que leva à área de espera dos voos:

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Surpreendentemente havia wi-fi liberado o que foi um alívio, já que as lojas do free shop estavam fechadas naquele horário.

Por volta de oito da manhã os funcionários da American começaram o procedimento de embarque e após apresentar o cartão de embarque caminhei em direção ao Boeing 737 da American:

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Vou sentir saudade quando a pintura clássica for substituída pela nova em definitivo. Esse voo contava com wi-fi a bordo:

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O interior é no padrão clássico da AA:

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Meu assento original era o 20A:

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Além do assento estar bem “cansado”, olhem o aperto:

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Por sorte o voo não estava lotado:

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Então pude mudar para o assento 15A, que fica na saída de emergência:

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Olhem que diferença no espaço para as pernas:

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O dia estava lindo e o avião decolou precisamente às 08:22 (com oito minutos de antecedência):

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E aí começou o show:

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Acho essa foto incrível, pois é possível ver bem a linha do recife:

 

 

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Aqui vocês podem ver a vista de cima da parte de Grace Bay onde fiquei:

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Nada mal hein? Foi possível ver o aeroporto de onde decolamos também:

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Não sei se esse sobrevoo panorâmico é norma, mas agradeço demais ao piloto por ter proporcionado estas imagens pra mim. Em poucos minutos Provo ia ficando pra trás:

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Resolvi então olhar o menu de bordo já que pretendia utilizar o benefício de poder escolher um item de comida e um de bebida gratuitamente por conta do status Executive Platinum:

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Infelizmente os itens só são oferecidos em voos com duração superior a 2 horas. Então só pude pedir uma Sam Adams e ela ainda veio quente:

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Desisti da cerveja e voltei a olhar pra fora, o caribe se apresentava deslumbrante:

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O voo passou muito rápido e quando iniciamos a aproximação de Miami foi um choque, olhem como estava o tempo:

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Pousamos as 09:58, 12 minutos antes do previsto.

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Este certamente foi o voo mais bonito que já fiz. Sobrevoar o caribe é sempre um prazer. De dia, melhor ainda.

E aqui fica a dica: se for fazer o mesmo trajeto, tente pegar o assento da janela do lado esquerdo, que é onde eu estava e de onde se pode ver a ilha de Providenciales do ângulo que eu vi.

No próximo post eu conto como foi a estadia do hotel Dream em South Beach.

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Trip Report: Aerolíneas Argentinas Business Class – Voo American Airlines 2391 MIA/PLS

O post do dia será curto como foi o voo da American Airlines entre o Aeroporto Internacional de Miami e o Aeroporto Interncional de Providenciales. Mas vou contar como você pode usar o seu cartão de crédito para fazer este e outros voos de Miami pro caribe usando menos pontos do seu cartão. Este é o sétimo post deste trip report aqui:

1. Introdução
2. Voo Austral 2271 – FLN/AEP
3. Buenos Aires
4. Salón Condor EZE
5. Voo Aerolíneas Argentinas 1304 – EZE/MIA
6. Sofitel Miami

American Airlines Voo AA-2391
Miami (MIA) – Providenciales (PLS)
Terça, 24 de dezembro de 2013
Partida: 18:55
Chegada: 20:30
Duração: 1h13min
Milhas: 578
Aeronave: Boeing 737-800
Assento: 16C (classe econômica)

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Como eu falei no post de introdução utilizei milhas da British Airways (chamadas de Avios) para voar com a American Airlines. Isto é possível pois ambas fazem parte da mesma aliança, a OneWorld.

Como o programa da British é baseado em distância percorrida ele é imbatível para trajetos curtos, como de Miami até Providenciales. Assim, ao invés de gastar 17.500 milhas do AAdvantage (programa de fidelidade da American) eu usei apenas 4.500 Avios por trecho. Uma bela economia.

E mesmo tendo utilizado milhas de uma cia parceira pude utilizar todos os benefícios por ser membro Executive Platinum no AAdvantage, como check-in, bagagem e embarque prioritários:

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Entretanto não é possível é pleitear o upgrade. Como era um voo curto, não me importei.

Depois de passar pelo raio x, fiquei um tempo no Admirals Club até ver que o voo já estava na última chamada. Corri para o portão e consegui embarcar a tempo:

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Como entrei por último, vi que o assento na saída de emergência estava vago. Perguntei ao comissário se podia trocar meu assento por aquele (que é pago) e ele disse que sim. Eis o assento 14B:

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Excelente espaço para as pernas:

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E tomada para recarregar os eletrônicos:

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Mesmo sendo um voo para o Caribe a American só oferece o menu com refeições e bebidas alcóolicas pagas. Grátis só refrigerantes, suco, água e café.

Como Executive Platinum eu tenho direito a escolhe uma bebida alcoólica e um lanche gratuito. Não estava com fome então pedi apenas um Cranberry com vodca:

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Mal deu para saborear o drinque e já estávamos iniciando os procedimentos de aterrissagem. Pousamos com 10 minutos de antecipação, as 20:20 no horário local.

Agora vamos ao prometido: como fazer pra replicar a experiência? Simples: hoje em dia alguns bancos já oferecem a troca direta do cartão de crédito para a British Airways (HSBC e American Express) e outros para a Ibéria (Santander e American Express), de onde você pode transferir para a British.

Com os pontos na conta basta brincar com a calculadora de distância do site da BA e depois emitir o trecho desejado. Simples assim. Só fique atento que o localizador informado pela BA não é o mesmo da cia parceira. Ligue pra eles e pergunte o da cia que você vai voar para poder ver os detalhes da reserva.

No próximo post eu vou mostrar, com muitas imagens, que o paraíso existe e ele se chama Turks & Caicos. Não percam!

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